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Do Corinthians para a Seleção foi um pulo, dado com goleada (5 a 0) sobre o Ajax, dois golaços seus. Depois, veio a Copa de 82, encantando o mundo como capitão ao lado de Falcão e Zico, embora perdendo a taça. No Corinthians, o doutor Sócrates mudou a cabeça da Fiel, ensinando-a a ser paciente, retribuindo a confiança dada com três títulos paulistas, inclusive um bi, graças a seus gols e à experiência da Democracia Corintiana.
Na última Copa que disputou (1986, no México), ele já não era mais o mesmo, assim como o envelhecido time de Telê Santana. No final da carreira, o Doutor Sócrates ainda passou por Flamengo e Santos, sem deixar marcas. Nem poderia: depois dos 30 anos, seu físico, que nunca foi exatamente o de um atleta, já não respondia aos comandos de seu cérebro genial com a mesma eficiência. Para quem o viu jogar em forma, a saudade foi ainda maior. Craque em estado puro, Sócrates brilhou em uma época em que talento falava mais alto que preparação física.

Nascimento: Belém, Pará, 19/02/1954
Posição: Meia
Clubes: Botafogo-SP (1973 a 1978 e 1989), Corinthians (1978 a 1984), Fiorentina-ITA (1984 a 1985), Flamengo (1986 a 1987), Santos (1988)
Seleção Brasileira: 60 jogos; 22 gols
Títulos: Campeão paulista (1979,1982,1983) pelo Corinthians; campeão carioca (1986) pelo Flamengo.
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O pênalti perdido por Sócrates na decisão das quartas-de-final da Copa do Mundo de 1986, contra a França, ficou na memória da torcida brasileira. Injustiça: o Doutor, na verdade, era um excelente cobrador. Em seis anos de Corinthians (time pelo qual ele mais atuou), cobrou 36 pênaltis. E perdeu apenas um, contra o São Bento de Sorocaba, em 1979. Mesmo assim, o Corinthians ganhou (2 a 1).
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O sujeito entra no restaurante e pergunta ao garçom:
- Qual a especialidade da casa?
E o garçom responde:
- Peixe à Hipoglós!
E o que vem neste prato? - Pergunta o freguês.
- Pacú assado!
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Furo de Reportagem
Um famoso repórter de televisão estava no Nepal, no meio de uma grande reportagem que falava sobre os costumes do local. De repente ele se deparou com um velhinho e logo começou a entrevistá-lo:
- O senhor poderia me contar um fato de sua vida que jamais tenha se esquecido?
O velho homem sorri e começa a contar a história:
- Um dia, há muito tempo atrás, minha cabra se perdeu na montanha. Como manda a nossa tradição, todos os homens da cidade se reuniram para beber e sair à procura da cabra. Quando finalmente a encontramos, já de madrugada, bebemos mais uma dose e, como de costume, todos transaram com a cabra, um por um. Foi uma cena inesquecível...
O jornalista se assusta com a história e diz, todo sem jeito:
- Meu senhor, sinto em lhe dizer que a emissora dificilmente levará ao ar essa declaração, então eu sugiro que o senhor conte uma outra história... Quem sabe se o senhor nos contasse uma história bem feliz...
O velho sorriu e disse:
- Ok, também já vivi uma história muito feliz aqui...
Então o repórter sorri aliviado e o velho homem começa a contar a história:
- Um dia, a mulher do meu vizinho se perdeu na montanha. Como manda a nossa tradição, todos os homens da cidade se reuniram para beber e sair à procura da mulher. Quando finalmente a encontramos, bebemos mais uma dose e, como de costume, todos os homens da cidade transaram com a boazuda. Foi a maior diversão da minha vida!
O jornalista ficou decepcionado mas não desistiu e sugeriu ao velho homem:
- Ok, vamos tentar mais uma vez: Será que o senhor não poderia nos contar uma história muito, muito triste?
Então o velho homem baixou a cabeça e, com os olhos cheios de lágrimas, começou:
- Um dia, eu me perdi na montanha...
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178 Chico da

2 comentários:
Do pouque qu'é'vi d'sócrates (mundial 82), parecé-m'um méme um craque.
Más'um pá m'nha lista d'aqueles qu'é g'stava d'ter viste j'gar.
Móce, Chique, qu'fure d'r'partegem! (rises)
abraces!
Caros: Pedro e Mestre Ambrósio,
O Sócrates nunca escondeu que bebia e aboliu, junto com o Casagrande, a concentração para jogadores casados no Corinthians. Era a chamada Democracia Corintiana.
O cara quando é Craque, com C maiúsculo, pode tomar seu pilequezinho, como Mané Garrincha tomava, ou pitar sua cigarrete, como Zinedine Zidane fumava.
Abraço aos dois.
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