
O nadador Daniel Dias provou mais uma vez que é o grande nome brasileiro dos Jogos Paraolímpicos de Pequim. Nesta quinta-feira, ele faturou sua quinta medalha na competição, quarta de ouro, ao vencer a final dos 200m medley (categoria S5) com direito a mais um recorde mundial com o tempo de 2m52s60. A marca anterior (2m54s90) também era do nadador brasileiro. Daniel Dias atribui suas vitórias às incansáveis horas de treinos “tem hora que eu acho que vão nascer escamas em mim”, brinca o sempre bem humorado atleta. Mas só o treino não basta. Ele ressalta a importância de seus pais em sua vida que sempre o incentivaram em tudo que ele se propôs a fazer. “Meus pais nunca disseram que eu não seria capaz de fazer algo e isso sempre me deu confiança. Os pais não podem esconder os filhos deficientes, como muitas vezes acontece, porque assim não os ajudam em nada. É preciso incentivá-los”, diz, reconhecendo a relevância do apoio familiar que recebe. Nascido em Campinas (com má formação congênita dos membros superiores e perna direita) e criado em Camanducaia, cidade mineira de 23 mil habitantes, Daniel aprendeu a lidar com o preconceito desde a escola, onde ganhava apelidos maldosos. Os próprios pais reconhecem que tiveram de superar o trauma inicial.
“Não tínhamos feito ultra-sonografia até uma semana antes de ele nascer. Quando o médico me falou da malformação, quase desmaiei. Minha esposa chorou”, diz Paulo Dias, pai do atleta. “Mas foi só no primeiro momento. Saímos do hospital agradecendo a Deus”, afirma. Criado como toda criança, Daniel adora internet, rock gospel e é baterista na banda da igreja presbiteriana que freqüenta. “Meus pais nunca me proibiram de fazer nada. Para mim, foi muito importante”, afirma. Quando foi campeão mundial, desfilou em um carro da polícia. “Não foi de bombeiros porque não tem Corpo de Bombeiros em Camanducaia”, diz o pai.
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O Guarani goleou o Marcílio Dias-SC por 5 a 1, na estréia da terceira fase da Série C.
O resultado não somente fez com que o clube somasse os primeiros pontos nesta fase, como também derrubou três tabus. O Bugre não fazia cinco gols numa partida desde 1º de abril de 2007, quando bateu o Atlético Sorocaba, por 5 a 2, pelo Campeonato Paulista da Série A2. Outro tabu quebrado foi a de vitória contra clube não paulista, que durava mais de um ano.
O último triunfo sobre um clube que não é de São Paulo foi dia 12 de agosto do ano passado, quando venceu o Vila Nova-GO, por
2 a 1, pela Série C. Por fim, o clube quebrou a seqüência negativa em estréias da Terceirona deste ano. Na primeira fase, empatou com o Madureira em 0 a 0, e na seguinte, perdeu para o Ituiutaba, por 2 a 0, sendo os dois jogos no Brinco de Ouro. O resultado deixou o clube campineiro na liderança do Grupo 28, ao lado do Brasil-RS, com três pontos.
12123 Grupo 25: Série C 2008 - 3ª Fase – 1ª Rodada
12123 Grupo 25: Paysandu-PA 2x1 Rio Branco-AC
12123 Grupo 25: Luverdense-MT 2x3 Águia Marabá-PA :o(
12123 Grupo 26: Confiança-SE 2x2 Salgueiro-PE
11223 Grupo 26: Campinense-PB 1x5 ASA-AL
12123 Grupo 27: Duque de Caxias-RJ 3x2 Atlético-GO
12123 Grupo 27: Mixto-MT 3x2 Guaratinguetá-SP
12123 Grupo 28: Brasil-RS 4x2 Ituiutaba-MG
12123 Grupo 28: Guarani-SP 5x1 Marcílio Dias-SC
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