20 abril 2008

Taça Rio

O lema de 'em time que está ganhando não se mexe' valerá no Botafogo para a final da Taça Rio, contra o Fluminense, no Maracanã. O técnico Cuca optou pelo time que vem jogando, com Zé Carlos em vez de Leandro Guerreiro, que tinha chance de iniciar a final como titular.
“Com o Zé Carlos temos mais equilíbrio pelo lado esquerdo. Já sem ele e com o Leandro Guerreiro ficamos mais fortes na marcação. Estou contente com o Zé Carlos. O Leandro Guerreiro terá tempo para ganhar ritmo de jogo aos poucos”, disse Cuca, que pediu atenção total com o adversário tricolor. Assim, a equipe que enfrenta o Fluminense será Castillo, Renato Silva, André Luis e Triguinho; Alessandro, Diguinho, Túlio, Lúcio Flávio e Zé Carlos; Jorge Henrique e Wellington Paulista.
A Taça Rio foi criada em 1978 e disputada regularmente a partir de 1982, como um equivalente à Taça Guanabara. Enquanto a Taça GB é entregue ao campeão do primeiro turno do Campeonato Carioca, a Taça Rio é destinada ao campeão do segundo turno. Apenas não houve disputa da Taça Rio em 1994, 1995 e 2003. O Vasco da Gama é o maior vencedor da Taça Rio com 8 conquistas.
9 – Os Campeões da Taça Rio:
8 – Vasco (1984-88-92-93-98-99-01-04)
7 – Flamengo (1978-83-85-86-91-96-00)
4 – Botafogo (1989-97-07-08)
2 – Fluminense (1990-05)
1 – América (1982)
1 – Bangu (1987)
1 – Americano (2002)
1 – Madureira (2006)

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Nos últimos 11 confrontos contra o Fluminense, o Botafogo ganhou 6 e perdeu apenas 1:
12/03/06: Bota 2x2 Flu – Estadual
30/07/06: Bota 1x1 FluBrasileirão
07/09/06: Bota 1x1 Flu – Sul-Americana
14/09/06: Bota 1x1 Flu – Sul-Americana
05/11/06: Bota 2x1 FluBrasileirão
18/03/07: Bota 1x0 Flu – Estadual
30/06/07: Bota 2x1 FluBrasileirão
23/09/07: Bota 0x2 FluBrasileirão
16/02/08: Bota 2x0 Flu – Estadual
30/03/08: Bota 3x1 Flu – Estadual
20/04/08: Bota 1x0 Flu - Estadual
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A seleção brasileira feminina nem precisou se esforçar muito. Com boas atuações de Marta, Cristiane, Formiga e Rosana, a equipe goleou Gana por 5 a 1, neste sábado, no Worker's Stadium, em Pequim, e garantiu a última vaga no torneio de futebol feminino da Olimpíada. Cristiane duas vezes, Marta, Rosana e Aline fizeram os gols brasileiros.
Força, meninas!
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** ** ** Dá-lhe Porco! ** ** **
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19 abril 2008

Mirassol 1x1 Noroeste

O Norusca usou o regulamento e, mesmo com um jogador a menos durante boa parte do segundo tempo, garantiu sua classificação para a final do Torneio do Interior. A equipe do técnico Márcio Bittencourt, que venceu o primeiro jogo por 1 a 0, empatou com o Mirassol e assim carimbou seu passaporte para a finalíssima. Precisando do resultado, a equipe da casa foi logo ao ataque. Aos 2 min, Alex Alves arriscou de fora da área e Fabiano fez uma grande defesa. A pressão do Mirassol deu resultado aos 8 min, quando Xuxa recebeu na intermediária, limpou um adversário e chutou no ângulo esquerdo de Fabiano, marcando um golaço. Após sofrer o gol, o Norusca foi ao ataque e quase conseguiu o empate. Após cobrança de falta, o goleiro Alexandre Fávaro rebateu e a bola sobrou para Alexandre, livre, chutar para fora. Após um período de pouca emoção, aos 25 min, o Noroeste conseguiu igualar o marcador. Edno fez o pivô para Júlio, que invadiu a área e bateu de canhota na saída do goleiro adversário. Depois do gol de empate, o jogo ficou mais lento. Contudo, era o Mirassol quem mais atacava. Aos 36 min, Alex Alves recebeu livre na área, mas demorou para concluir e acabou travado pela zaga.
Na segunda etapa, aos 4 min, Luciano Bebê, do Noroeste, arriscou de longe, exigindo uma boa defesa de Alexandre Fávaro.
Depois disso, emoção só aos 14 min, quando o zagueiro Bonfim, do Noroeste, recebeu seu segundo cartão amarelo e foi expulso.
Com um a mais, o Mirassol foi para cima e aos 21 min, Fabinho Baiano pegou uma sobra e arriscou com muito perigo para Fabiano.
Onze minutos depois, Xuxa arriscou de fora da área e por muito pouco não marcou o segundo dos donos da casa. Aos 42 min, a última chance real do Mirassol. Frontini cabeceou e Fabiano fez uma defesa milagrosa.
Apesar da pressão, o Norusca segurou o empate e se classificou pela segunda vez, em duas edições da competição, para a final do Torneio do Interior. Desta vez, porém, a equipe do técnico Márcio Bittencourt espera sair campeã, já que no ano passado foi derrotada pelo Guaratinguetá.
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O Botafogo anunciou oficialmente a contratação do atacante Alexsandro. O jogador, que já se declarou torcedor alvinegro em diversas entrevistas, chamou a atenção ao realizar um bom Campeonato Carioca pelo Resende. Na competição, Alexsandro, de 21 anos, terminou como artilheiro de sua equipe com cinco gols, sendo que três deles foram marcados em partidas contra equipes consideradas grandes: um sobre o Flamengo e dois sobre o Fluminense. Ele acertou um contrato de quatro anos com o Botafogo e sua apresentação está marcada para a próxima quarta-feira. Como o prazo de inscrições para a Copa do Brasil já está encerrado, o atacante não poderá atuar na competição nacional, caso o Botafogo avance às quartas-de-final. Desse modo, Alexsandro estará à disposição do Cuca para o Brasileirão e para a Copa Sul-Americana.
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18 abril 2008

Sport Tricampeão

O Sport Club do Recife montou um grupo forte para a disputa do Campeonato Pernambucano de 2008 e foi premiado com a conquista antecipada, sagrando-se campeão pela 37ª vez em sua história. O Sport jogou com o regulamento debaixo do braço nos minutos finais e, com o empate por 1x1 diante do Central, nesta quarta-feira, na Ilha do Retiro, conquistou o tricampeonato pernambucano. O jogo corroborou uma campanha quase impecável, com apenas duas derrotas, ambas para o Serrano. O time comandado por Nelsinho Baptista liderou a competição do início ao fim. Em 21 jogos, o tricampeão Sport ganhou 15, empatou 4 e perdeu 2. Marcou 50 gols e sofreu 15. O meia Romerito é, até o momento, o grande goleador do Sport no Campeonato. Além dos 10 gols marcados, o atleta se destacou pela vontade demonstrada em campo e adquiriu uma grande identificação com a torcida.
Confira a lista dos principais artilheiros do Leão na competição:
Romerito - 10 gols;
Carlinhos Bala7;
Leandro Machado7;
Enílton6;
Luisinho Netto5;
Durval3;
No clássico contra o Náutico, no próximo domingo, a expectativa é de que o técnico Nelsinho Baptista escale um time misto já visando o duelo de ida das oitavas-de-final da Copa do Brasil, na próxima quarta-feira, contra o Palmeiras. Mas os jogadores, mesmo após a conquista do tri, mostraram-se dispostos a encarar o arqui-rival. “Ainda temos um clássico pela frente e não podemos deixar que carimbem a nossa faixa”, disparou Luizinho Netto.
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O domingo será dia de clássico pelo Baianão. Líderes do quadrangular final da competição com quatro pontos, Bahia e Vitória se enfrentarão às 16 horas no Barradão. Para o time de Paulo Comelli, há a desvantagem de jogar no estádio do rival e de perder o primeiro lugar no número de gols marcados. Porém, os tricolores têm a seu favor o retrospecto recente.
Desde que perdeu para o rival por 2 a 1 pelo Baianão de 2006, em 26 de janeiro daquele ano, o Bahia não sofreu mais com placares adversos no Barradão.
Ao todo, foram cinco jogos no estádio do Vitória, com três triunfos do Bahia e dois empates:
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125125 22/05/06 – Vitória 0x1 Bahia (Estadual/06)
251125 02/11/06 – Vitória 1x2 Bahia (Série C/2006)
125125 11/02/07 – Vitória 1x1 Bahia (Estadual/07)
125125 09/05/07 – Vitória 2x2 Bahia (Estadual/07)
125125 10/02/08 – Vitória 0x2 Bahia (Estadual/08)

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17 abril 2008

Portuguesa 1x1 Botafogo

Lusa e Fogão ficaram no empate em 1 a 1 no Canindé. O resultado foi justo pelo fraco futebol apresentado pelas duas equipes já que nem a Portuguesa nem o Botafogo mostraram um rendimento que justificasse a vitória. Os dois times abusaram dos erros de passe e das faltas, irritando o pequeno público presente ao Canindé. As equipes começaram a partida em ritmo lento já que as tentativas de se jogar em velocidade eram prejudicadas pelo estado do novo gramado do Canindé. E foi a Lusa que chegou pela primeira vez ao gol carioca através de Christian que cabeceou sem marcação e a bola passou bem perto da trave de Castillo. Por volta de 20 minutos, a torcida começou a se impacientar com o mau futebol mostrado pelos dois times. A Portuguesa era um pouco melhor e aos 21 minutos, Rogério assustou Castillo com um chute de curva.
Só aos 34 minutos, o goleiro André Luís foi obrigado a se empenhar em cobrança de falta de André Luís. A Portuguesa deu o troco no minuto seguinte com chute de Christian que obrigou Castillo a uma defesa complicada. Os dois times voltaram para o segundo tempo sem modificações mas a Portuguesa veio mais agressiva e logo no primeiro minuto, Christian quase aproveita uma saída de bola errada do goleiro Castillo. O Botafogo que sentia dificuldades para armar jogadas de ataque acabou marcando aos 12 minutos quando Diguinho arriscou de fora da área e Wellington, no meio da área, desviou para as redes da Portuguesa. Em desvantagem, o técnico Benazzi decidiu promover o retorno do atacante Diogo, revelação da Lusa na Série B que estava contundido há vários meses. E Diogo sofreu uma falta na entrada da área na sua primeira participação. Vaguinho cobrou com violência e Castillo fez grande defesa.
O goleiro alvinegro voltou a aparecer bem em cabeçada de Bruno Recife. A Portuguesa fez outras mudanças para tornar o time mais ofensivo e acabou empatando a partida aos 26 minutos. Carlos Alberto cobrou falta e Christian ganhou de André Luís pelo alto para cabecear sem chances para o goleiro Castillo. A Lusa seguiu pressionando e Diogo chegou a marcar, mas o árbitro anotou impedimento do atacante paulista.
A partir do empate a partida ficou tensa com excesso de faltas de ambos os lados, impedindo que o jogo tivesse um desenvolvimento normal. E até o apito final, o clima da partida foi o mesmo: pouca criatividade e excesso de jogadas violentas, o que acabou frustrando a torcida que compareceu ao Canindé em busca de um bom espetáculo.

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707 – A idade dos clubes da Série B:
107 – Ponte Preta-SP
11/08/1900
097 – Corinthians-SP 01/09/1910
095 – CRB-AL 20/09/1912
094 – Juventude-RS 29/06/1913
093 – Ceará-CE 02/06/1914
092 – ABC-RN 29/06/1915
092 – América-RN 14/07/1915
089 – Fortaleza-CE 18/10/1918
084 – Avaí-SC 01/09/1923
080 – Bragantino-SP 08/01/1928
077 – Bahia-BA 01/01/1931
066 – Marília-SP 12/04/1942
064 – Vila Nova-GO 29/07/1943
060 – Criciúma-SC 13/05/1947
040 – Santo André-SP 18/09/1967
032 – Gama-DF 15/11/1975
019 – Barueri-SP 26/03/1989
018 – São Caetano-SP 04/12/1989
018 – Paraná-PR 19/12/1989
007 – Brasiliense-DF 01/08/2000

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16 abril 2008

Cingapura

A maior roda-gigante do mundo, que tem 165 m e fica em Cingapura, foi aberta ao público oficialmente nesta terça-feira. Ao mesmo tempo uma cidade, um país e uma ilha, Cingapura é tão limpa e organizada que parece de mentirinha. À primeira vista, parece moderna demais e sem personalidade demais.
Mas basta andar um pouco pelas ruas dessa ilha-país-cidade de apenas 683 quilômetros quadrados, no sudeste asiático, para se sentir numa espécie de Londres do Oriente. Os fios dos postes de iluminação jamais aparecem, há construções de arquitetura vitoriana e neogótica por todo lado (inclusive um relógio parecido com o Big Ben), o críquete é o esporte mais popular, ônibus de dois andares e adolescentes na última moda circulam por toda parte. Para completar, os avisos no metrô são dados em inglês uma das línguas oficiais, embora o malaio seja o idioma mais falado entre os cerca de 4,5 milhões de habitantes. Os preços também são londrinos, exceto pelos produtos eletrônicos, largamente produzidos nesse Tigre Asiático.
E, muito mais que em Londres, tudo é limpo, organizado e eficiente especialmente porque as regras são duras, e quem não as obedece paga multas altíssimas. Apesar das aparências, a ilha não deixa de lado seu exotismo oriental. Bee becq, os riquixás locais, levam os visitantes a mesquitas, igrejas, templos hindus e budistas e também a um parque de diversões chinês.
A maioria das construções é disposta respeitando a divisão espacial do século 19, quando foram determinadas áreas para cada uma das grandes etnias que receberam sua porção de terra para trabalhar no país: chinesa, malaia, árabe e indiana, além dos colonizadores britânicos. O povo de hoje, porém, se mistura: garotas de shorts, óculos escuros e cabelos coloridos andam ao lado de muçulmanas cobertas de preto e indianos com suas túnicas típicas. É justamente essa mistura peculiar que torna Cingapura um barato e irretocável.
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Desde o dia 21 de maio de 2006, em todo jogo do Botafogo a torcida alvinegra grita os nomes de todos os jogadores do time e no final também homenageia o técnico Cuca. Com a música “Olê, olê, olê, olá... Cuca! Cuca!” os alvinegros demonstram toda a sua idolatria pelo comandante do Fogão. EE E não é à toa que isso acontece. Cuca modificou a forma de trabalhar no Botafogo. Ele é mais participativo do que outros treinadores que passaram pelo clube e tem voz ativa em várias decisões. Desde a montagem de um novo elenco a problemas particulares que envolvam os jogadores, Cuca é um misto de treinador, dirigente, confidente e, acima de tudo, amigo de todos. “Hoje em dia eu sei que tenho a confiança de todos dentro do Botafogo. Diretoria, comissão técnica e jogadores sabem que podem contar comigo seja com o que for. Quando recebo alguma tarefa eu sei que terei carta branca para fazer da minha maneira. Mas sempre trabalhando com a opinião de outras pessoas”, explica o treinador. Depois de começar sua carreira de treinador em 1997, no Uberlândia-MG, Cuca vem colecionando experiência e todos os times que comandou. Passou por pequenos clubes e teve sua carreira alavancada no Paraná Clube. De lá foi para o Goiás, São Paulo, Flamengo, São Caetano até chegar ao Botafogo. No alvinegro, Cuca teve rápida identificação com o clube e com os torcedores. Nem mesmo a falta de títulos abala esse relacionamento, pois os botafoguenses sabem e acreditam na qualidade do trabalho de seu treinador. “Por onde passei eu tinha a torcida do meu lado. Mas aqui no Botafogo os torcedores me consideram um ídolo. Sempre que gritam o meu nome eu fico arrepiado na beira do campo querendo fazer o meu melhor para que eles deixem o estádio felizes. Estou há quase dois anos no clube e me sinto em casa. Dirigir o Botafogo é especial”, diz Cuca, que está atrás de seu primeiro título como treinador. “Títulos são conseqüência de um trabalho bem feito. A torcida do Botafogo é carente de grandes conquistas e vamos atrás delas juntos”, finalizou.
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15 abril 2008

Brasiliense - Penta

O Brasiliense finalmente festejou o pentacampeonato local. Atuando contra o rebaixado Esportivo Guará, o Jacaré contou com três gols de Iranildo, marcados após três passes de Dimba, e um do próprio Dimba para bater o Guará por 4 x 0 e comemorar o sétimo título em pouco mais de sete anos de história. O jogo começou truncado e estudado e aos 25 min saiu o primeiro gol da partida. Após cruzamento na segunda trave, o atacante Dimba apenas escorou para o meio e com um belo chute o meia Iranildo marcou o primeiro. Aos 32 min, o Jacaré marcou o segundo gol, novamente com Iranildo. Jóbson recebeu na área, deu um leve toque, mas o goleiro defendeu, no rebote os dois atacantes do Jacaré se atrapalharam. Dimba pegou a bola e com mais um belo passe serviu Iranildo, que só teve o trabalho de estufar as redes: 2x0. O Brasiliense entrou no jogo precisando apenas de uma vitória para se sagrar campeão, já no primeiro tempo abriu 2x0 e praticamente assegurava o título. A segunda etapa começou morna e aos 18 min, em jogada ensaiada, o Jacaré fez o terceiro gol, repetindo os dois primeiros, novamente com a dupla Iranildo e Dimba, este pela terceira vez com o papel de garçom. O atacante recebeu no segundo poste e de calcanhar tocou para Iranildo.
Na primeira tentativa a zaga tirou, mas no rebote o meia marcou seu terceiro gol na partida: 3 x 0. O Jacaré foi administrando a partida e esperava o apito final. Mas aos 48 min, no último lance, o atacante Dimba recebeu livre na área e apenas deslocou o goleiro, marcando seu oitavo gol, assumindo a artilharia do Candangão. A goleada fez do Brasiliense o primeiro campeão estadual de 2008, e ainda comemorou o fato de levantar o quinto troféu local seguido.
"Manter uma hegemonia de cinco anos em campeonatos estaduais hoje em dia, não é fácil", destacou o presidente do clube, Luiz Estevão. Um dos jogadores mais empolgados com o título era o experiente zagueiro Júnior Baiano,
que além de comemorar a primeira conquista pelo clube em menos de um ano, ainda desabafou no final. "Somos mais uma vez campeões e para quem duvidou está aí a prova." No próximo domingo, o Brasiliense faz o jogo de entrega das faixas e do troféu contra o Legião. Mas, o pensamento do time já esta na Série B do Brasileirão.
A estréia acontece no dia 9 de maio contra o Marília.
Xxx 1º Turno:
Xxx Brasiliense 2x1 Unaí/Itapuã
Xxx Brasiliense 2x1 Dom Pedro
Xxx Brasiliense 2x1 Ceilândia
Xxx Brasiliense 0x1 Brazlândia
Xxx Brasiliense 1x0 Gama
Xxx Brasiliense 4x1 Esportivo Guará
Xxx Brasiliense 3x1 Legião
Xxx
2º Turno:
Xxx Brasiliense 3x2 Unaí/Itapuã
Xxx Brasiliense 0x0 Dom Pedro
Xxx Brasiliense 1x1 Ceilândia
Xxx Brasiliense 5x0 Brazlândia
Xxx Brasiliense 0x2 Gama
Xxx Brasiliense 4x0 Esportivo Guará
Xxx Brasiliense 9x9 Legião

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Num banquete, botaram um padre católico sentado ao lado de um rabino judeu. O padre, querendo gozar o rabino, enche o prato com pedaços de um suculento leitão e depois oferece para o "colega". O rabino recusa, dizendo:
- Muito obrigado, mas... não sabe que a minha religião não permite a carne de porco?
- Noooossa! Que religião esquisita! Comer leitão é uma delííícia! - comenta o padre com ironia.
Na hora da despedida, o rabino chega e diz para o padre:
- Mande minhas recomendações a sua mulher!
E o padre, horrorizado:
- Minha mulher? Não sabe que a minha religião não permite casamento de sacerdotes?
- Noooossa! Que religião esquisita! Comer mulher é uma delííícia!!!.... mas, se você prefere leitão, fazer o que!!
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14 abril 2008

Vitória 5x5 V.Conquista

Depois do triunfo fora de casa contra o Itabuna na 1ª rodada, onde tinha assumido a liderança isolada, o Vitória veio como favorito para o jogo contra a equipe do Vitória da Conquista, que vinha de um empate em casa com o Bahia. Os times precisavam dos três pontos, o Vitória para chegar na liderança isolada no Ba-Vi, e o Conquista para voltar a disputa pelo título. O que se viu no Barradão foi, desde o início, um jogo muito aberto, que resultou em 10 gols.
O primeiro gol da partida saiu aos 14 minutos, quando o zagueiro Artur, do Conquista, tocou de cabeça para o gol de Ney. Logo na sequência, aos 15 minutos, o experiente meia Ramon Menezes (que completou 100 jogos pelo rubro-negro baiano) recebeu passe do atacante Rodrigão e empatou o jogo com um belo gol. Bastaram 5 minutos para sair a virada, quando Jackson aos 19 minutos colocou a bola na rede do Conquista. O jogo continuou ofensivo e aos 25 minutos Diogo, de pênalti, colocou o time de Conquista em igualdade no placar. O Vitória, novamente, deu uma resposta rápida e aos 29 minutos o matador Rodrigão marcou para o rubro-negro.
O Conquista conseguiu empatar ainda no primeiro tempo, quando Tatu deu um belo drible no zagueiro Marcelo Batatais e colocou por baixo das pernas do goleiro Ney. Antes que o Conqusita fosse para o intervalo com o empate, o atacante Diego Silva aproveitou o escanteio e tocou de carrinho para o gol de Rodrigues, deixando o placar em 4x3 para o rubro-negro no primeiro tempo. No início da segunda etapa, logo aos dois minutos, Tatu empatou novamente, deixando o placar em aberto até os 39 minutos, quando Marquinhos marcou o gol que poderia dar o triunfo ao Vitória. Mas um chute de fora da área do zagueiro Artur, aos 43 minutos, pegou o goleiro Ney de surpresa, e deu o resultado final da partida em 5x5.
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Em Camaçari, a atual "casa" do Bahia, o tricolor fez um primeiro tempo apático contra o Itabuna, que culminou no gol de cabeça de Edson, da equipe azulina, aos 47 minutos do primeiro tempo. O gol deixou o time desestabilizado, resultando na expulsão do técnico Paulo Comelli no intervalo do jogo, por reclamação com o juiz.
Mas logo no início do segundo tempo, aos dois minutos, o lateral Ávine fez boa jogada e chutou para área, onde o meia Ananias completou para o gol, empatando o jogo. A virada tricolor saiu aos
17 minutos, quando o zagueiro Rogério foi
derrubado dentro da área e o meia Elias aproveitou o pênalti e determinou o placar final do jogo: 2x1. No próximo domingo, acontece a terceira rodada, com o campeonato totalmente em aberto, com três equipes disputando com boas chances o título. Os lideres com quatro pontos, Bahia e Vitória, fazem o primeiro Ba-Vi no Barradão. Já o Vitória da Conquista, ainda invicto, pode chegar aos cinco pontos, caso vença, em Conquista, o lanterna Itabuna.
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Xxxxxx 1º - Vitória, 4; +1; 6 gm
Xxxxxx 2º - Bahia, 4; +1; 2 gm
Xxxxxx 3º - V.Conquista, 2
Xxxxxx 4º - Itabuna, 0

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13 abril 2008

Fogão 3x0 Mengo \o/

O Botafogo ignorou a presença do rubro-negro Ronaldo nas tribunas do Maracanã e garantiu presença na final da Taça Rio ao vencer o arqui-rival Flamengo por 3 a 0.
Foi o sexto clássico disputado pelo Fogão no Carioca e a vitória do time comandado pelo técnico Cuca:
02/02/08 Botafogo 3x2 Vasco \o/
16/02/08 Botafogo 2x0 Fluminense \o/
24/02/08 Botafogo 1x2 Flamengo :(
16/03/08 Botafogo 3x2 Flamengo \o/
30/03/08 Botafogo 3x1 Fluminense \o/
13/04/08 Botafogo 3x0 Flamengo \o/
1 Força Fogão!

Wellingol neles!

Vinte e um jogos, 17 gols e uma média de 0,80 por partida. Esses números credenciam o atacante Wellington Paulista como artilheiro das duas competições que o Botafogo disputa no momento: 13 gols no Carioca e quatro na Copa do Brasil. A identificação com a torcida alvinegra aconteceu rapidamente.
Os botafoguenses se viram órfãos de Dodô e encontraram em Wellington Paulista o substituto ideal. “Não cheguei ao Botafogo para substituir Dodô ou qualquer outro jogador. Vim para mostrar o meu trabalho e graças a Deus isso está acontecendo da melhor maneira possível. Estou fazendo gols e ajudando o time a conquistar as vitórias dentro de campo”, afirma o atacante. Mas ser artilheiro não é o primeiro objetivo de Wellington Paulista. O camisa 9 do Fogão, que jogou no Juventus-SP, Mirassol-SP, Paraná-PR, Santos-SP e Alavés(ESP), sonha com o seu primeiro título na carreira. "Ser artilheiro do time é conseqüência de um trabalho bem feito.
Eu faço gols que ajudam o time. Mas nada se conquista sozinho. Eu ofereço cada gol que eu fiz aos meus companheiros. Quero títulos e o primeiro passo é vencer o Flamengo e chegar na final da Taça Rio", diz. Apelidado de Wellingol, o maior xodó da torcida botafoguense na atualidade, sempre faz questão de relacionar seu sucesso com a camisa alvinegra com o apoio que recebe dos pais Válter e Alexandrina Nascimento.
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Depois de seu bom desempenho na última temporada, 2008 parecia promissor para Diogo. O178 O atacante da Portuguesa, ainda com 20 anos, terminou o ano convocado por Dunga para um amistoso da seleção olímpica e contava com as atuações no Campeonato Paulista para se firmar de olho em Pequim. A fratura do pé direito, contudo, pôs fim aos planos. O sonho de estar na China em agosto, no entanto, ainda é mantido por Diogo. Na partida com a camisa canarinho no final do ano, quando os craques do Brasileirão derrotaram o Brasil sub-23 por 3 a 0, o astro rubor-verde começou como titular ao lado de Alexandre Pato. E crê nessa confiança e na sua volta ao futebol para ser novamente chamado. “Voltando bem, eu creio que tenho grandes chances de jogar as Olimpíadas, até porque fui chamado na primeira convocação. Apesar de ter bons concorrentes na minha posição, confio que posso ser chamado para Pequim”, argumentou o atacante. Naquela ocasião, Diogo foi chamado em uma seleção formada apenas por jogadores que atuavam no Brasil – a exceção era Pato. Em 2008, podendo chamar quem joga no futebol europeu, Dunga convocou Rafael Sóbis e Bobô, além de Pato, para a posição do atacante da Lusa. Diogo, porém, não quer pensar em quem deve superar para estar na Ásia daqui quatro meses. No momento, o garoto prefere se focar apenas na volta aos campos, que pode ocorrer na quarta-feira, na Copa do Brasil, contra o Botafogo, no Canindé. “Primeiro, o que eu quero é voltar a jogar. Mas penso sim em Olimpíadas e acho que tenho uma grande chance. Se eu voltar bem, tenho chance”, reforça Diogo.
O sentimento otimista se repete em relação às chances da Portuguesa na Série A do Brasileirão. Principal jogador no acesso na última temporada, Diogo espera uma Lusa forte, com chances de chegar à Copa Sul-Americana. “Este é o ano da confirmação. Tivemos cinco anos difíceis na segunda divisão, mas estamos de volta a elite. A diretoria vem nos ajudando bastante e vamos fazer de tudo para que 2008 seja tão bom quanto o ano passado”, concluiu.
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Chico Colorado

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12 abril 2008

Botafogo 6x0 Flamengo

Na noite do dia 14 de novembro de 1972, o folclórico Carlito Rocha, ex-jogador, presidente e benemérito do Botafogo, teve um sonho: o seu time do coração iria aplicar uma goleada histórica no Flamengo, seu maior rival. No dia seguinte, 15 de novembro, feriado nacional e aniversário do Flamengo, o Maracanã assistiu à maior goleada do time de General Severiano sobre o rubro-negro: 6 a 0. Uma goleada humilhante, que certamente Zagalo, técnico do Flamengo, nem sonhou sofrer um dia. O técnico do Botafogo era o humilde Leônidas, bicampeão carioca em 1967 e 1968, sob o comando do próprio Zagalo, então técnico do Botafogo. Cao; Mauro Cruz, Valtencir, Osmar e Marinho Chagas; Nei Conceição, Carlos Roberto e Ademir; Zequinha, Jairzinho e Fischer (Ferreti) era o time alvinegro. Jairzinho fez 1 x 0 aos 15 minutos do primeiro tempo, chutando forte no ângulo esquerdo de Renato, depois de uma rebatida fraca de Tinho. O segundo gol, aos 35 minutos, veio com um passe de Jairzinho para Zequinha, que foi à linha de fundo e centrou para o chute fulminante do centroavante argentino Fischer. Seis minutos depois, o mesmo Fischer faz 3 x 0, completando de cabeça um cruzamento de Zequinha. Desesperado, Zagalo tenta reagir no segundo tempo, substituindo Rogério por Caio Cambalhota e com Mineiro em lugar de Zanata. Mas não adiantou. A defesa se abriu ainda mais e Jairzinho e Fischer faziam a festa do ataque botafoguense. Aos 23 minutos, Jairzinho recebeu de Zequinha, fez corta-luz com Fischer e emendou no canto direito de Renato. A torcida do Botafogo foi à loucura. A do Flamengo, muda e estática, não acreditava no que estava acontecendo. O quinto gol foi marcado por Jairzinho, aproveitando outra vez um passe de Zequinha e concluindo de letra. Era demais para o Flamengo. A torcida do Botafogo gritava "Chega, chega", gozando o adversário. Para fechar a goleada, o grandalhão Ferreti, que momentos antes havia entrado no lugar de Fischer, faz o sexto gol do Botafogo para delírio dos botafoguenses no Maracanã. A vingança da goleada de 6 a 0 imposta pelo Botafogo sobre o Flamengo viria nove anos depois, no Campeonato Carioca. No dia 8 de Novembro de 1981, diante de 69.051 pagantes no Maracanã, no jogo que Junior completava exatas 500 partidas com a camisa do Flamengo, o rubro-negro comandado pelo treinador Paulo Cesar Carpegiani devolveu o placar de 6 a 0 ao Botafogo do técnico Paulinho de Almeida. Com gols de Nunes aos 7, Zico aos 27, Lico aos 33 e Adílio aos 40 minutos do primeiro tempo; e Zico de pênalti aos 30 e Andrade aos 42 minutos do segundo tempo, a torcida do Flamengo agora podia respirar aliviada. O troco fora dado.
O Flamengo jogou com Raul, Leandro, Figueiredo, Mozer e Júnior; Andrade, Adílio e Zico; Tita, Nunes e Lico.
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2000 Botafogo x Flamengo – 2000 a 2008
2000 Bota 2x1 Fla – Rio-SP \o/
2000 Bota 2x2 Fla – Rio-SP
2000 Bota 2x1 Fla – Estadual \o/
2000 Bota 1x2 Fla – Estadual
2000 Bota 3x1 Fla Brasileirão \o/
2001 Bota 1x0 Fla – Estadual \o/
2001 Bota 1x1 Fla – Estadual
2001 Bota 2x2 Fla Brasileirão
2002 Bota 4x2 Fla – Rio-SP \o/
2002 Bota 3x1 Fla – Estadual \o/
2002 Bota 1x0 Fla – Estadual \o/
2002 Bota 0x2 Fla Brasileirão
2003 Bota 2x4 Fla – Estadual
2004 Bota 1x0 Fla – Estadual \o/
2004 Bota 0x0 Fla Brasileirão
2004 Bota 0x0 Fla Brasileirão
2005 Bota 2x2 Fla – Estadual
2005 Bota 0x2 Fla Brasileirão
2005 Bota 1x3 Fla Brasileirão
2006 Bota 2x3 Fla – Estadual
2006 Bota 0x1 Fla Brasileirão
2006 Bota 0x2 Fla Brasileirão
2007 Bota 3x3 Fla – Estadual
2007 Bota 2x2 Fla – Estadual
2007 Bota 2x2 Fla – Estadual
2007 Bota 2x2 Fla Brasileirão
2007 Bota 1x1 Fla Brasileirão
2008 Bota 1x2 Fla – Estadual
2008 Bota 3x2 Fla – Estadual
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2008 Bota 3x0 Fla - Estadual \o/
10 vitórias Bota

09 vitórias Fla
11 empates.
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11 abril 2008

Zagueiro Saúde

O garoto Brito, que atuava tanto na zaga como no meio-campo, foi "descoberto" no Fleixeiras, mesmo time pelo qual o maior lateral esquerdo brasileiro da história, Nilton Santos, começou a carreira. O começo foi meio ao acaso: um funcionário da Aeronáutica fanático pelo Vasco, Válter, gostou do futebol de Brito e teve a idéia de apresentá-lo ao seu clube de coração. Em São Januário, o garoto seria aprovado como zagueiro e daria seus primeiros passos como profissional. O bom futebol apresentado no Vasco e os títulos estaduais de 1956 e 58 fizeram despertar o interesse de outros grandes clubes pelo futebol de Brito.
A transferência para o Internacional, em 1958, aos 20 anos, deu a Brito mais bagagem nacional e a possibilidade de amadurecer. Sem conquistar nenhum título no Rio Grande do Sul, Brito retornou ao Vasco no ano seguinte, em 1959, já com a credencial de ter atuado por dois grandes clubes e diante de duas das maiores torcidas do futebol brasileiro. Aos 21 anos, o jovem zagueiro era considerado experiente e confiável. O estilo sério seria mantido por toda a carreira, marcada pela dedicação que se sobrepunha à falta de técnica apurada. Brito conquistou os torcedores vascaínos numa época de 'vacas magras' do clube de São Januário. Entre 1959 e 69, período em que o zagueiro se firmou como um dos principais ídolos do Vasco e um dos atletas que mais se identificavam com as tradições cruzmaltinas, o time não conquistou um único campeonato estadual. Em 1969, o zagueiro trocou São Januário pela Gávea e começou a ser sistematicamente convocado por João Saldanha para as partidas do Brasil nas Eliminatórias para o Mundial do México.
Na reserva, o jogador era considerado "azarão" para ficar com uma das vagas entre as chamadas "Feras de Saldanha". Mesmo com a saída do então treinador da seleção, Brito ganhou um voto de confiança do sucessor de Saldanha, Zagallo, se tornou titular da zaga brasileira na Copa 70 e foi escolhido o atleta de melhor preparo físico daquele Mundial, ganhando o apelido de “zagueiro saúde”. Em 1971, deixou o Flamengo após uma briga com o técnico Yustrich (que teria chamado, durante uma preleção, todos os jogadores campeões mundiais em 1970 de "porcarias") e acertou sua transferência para mais um grande carioca, o Botafogo. Na condição de zagueiro tricampeão mundial, Brito chegou com pompa a General Severiano, mas já dava sinais de que a carreira entrava em fase descendente.
O episódio que o marcou no Fogão foi a suspensão de seis meses imposta pela antiga Confederação Brasileira de Desportos (CBD) por conta de um soco no estômago do árbitro José Aldo Pereira durante um clássico contra o ex-clube, o Vasco, vencido pelos cruzmaltinos por 1 a 0.
Após o gancho, Brito sentiu que seu ciclo no futebol carioca estava encerrado e tentou a sorte em Minas Gerais - foi bicampeão estadual, em 1972 e 73, no Cruzeiro de Wilson Piazza, Dirceu Lopes e Tostão. Em 1974, saiu de Minas para jogar no Corinthians. Brito sempre se refere à passagem pelo Timão como a maior frustração de sua carreira. No início de 1975, a diretoria corintiana 'enxugou' o elenco vice-campeão paulista e uma série de jogadores, entre eles Brito, foram dispensados. Em fim de carreira, com quase 40 anos, Brito teve uma breve passagem pelo Atlético/PR. O veterano zagueiro deixou os gramados brasileiros para atuar em seu último ano como profissional no Lecastor, do Canadá, em 1975. Depois de pendurar as chuteiras, aproveitou para fazer vários cursos específicos para treinador de futebol e se formou pela Federação Canadense. Como técnico, dirigiu o Bonsucesso/RJ, o Ceilândia/DF e o Sampaio Corrêa/MA. Seu maior momento na nova atividade se deu quando assumiu o Cruzeiro, em 1982. Hércules Brito Ruas nasceu no Rio de Janeiro, no dia 9 de Setembro de 1938.
xxxxxxxcvcx Clubes onde Brito atuou:
1955-1958: Vasco-RJ
1958-1959: Internacional-RS
1959-1969: Vasco-RJ
1969-1970: Flamengo-RJ
0000-1971: Botafogo-RJ
1972-1973: Cruzeiro-MG
0000-1974: Corinthians-SP
0000-1975: Atlético-PR
0000-1975: Lecastor (Canadá)

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Manoel e Maria estão num vôo para a Austrália para comemorar o 40º aniversário de casamento. De repente, o comandante anuncia pelos alto-falantes:
- Senhoras e senhores, tenho notícias muito ruins. Nossos motores estão parando de funcionar e vamos tentar um pouso de emergência. Por sorte, estou vendo uma ilha não catalogada nos mapas, logo abaixo de nós. Vou tentar aterrissar na praia...
Ele aterrissou com êxito, mas avisou aos passageiros:
- Isto aqui é o fim do mundo e é muito provável que a gente não seja resgatado e tenhamos que viver nessa ilha pelo resto de nossas vidas!
Nessa hora, Manoel pergunta para a mulher:
- Maria, você pagou o dízimo da igreja este mês?
- Ai, me perdoa Manoel. Eu me esqueci completamente!
Manoel, eufórico, agarra a mulher e tasca o maior beijão de todos os 40 anos de casamento. A Maria não entende e pergunta:
- Manoel por que você me beijou desse jeito?
E ele responde:
- Eles vão nos achar!!!
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